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Edição atual tal como às 14h56min de 19 de junho de 2018
RELATÓRIO DE PROJETOS DE EXTENSÃO
Código: PJ210-2017
Título
INTERvenção - a extensão como ferramenta de integração e mobilização
Tipo de ação: PROJETO
Área Temática: Educação
Coordenador(a): FERNANDA ISABEL MARQUES ARGOUD - fargoud@ifsc.edu.br
Tipo de Relatório: RELATÓRIO FINAL
Período da Ação: 06/05/2017 a 05/10/2017
Público Estimado: 50 pessoas
Público Real Atingido: 200 pessoas
Situação do Relatório: Enviado em 15/02/2018 17:30:16
Financiamento Interno: SIM
Esta ação foi realizada: SIM
Detalhamento das atividades desenvolvidas
Existe relação objetiva entre a proposta pedagógica do curso e a proposta do projeto de extensão?
Justifique:
Certamente existe uma relação objetiva entre o PPC do curso e o projeto Intervenção.
O PPC do curso de Engenharia Elétrica preconiza que os alunos despendam 10% da carga horária do curso na realização de atividades complementares, ou seja, em média, 40 horas por semestre.
Durante o período de duração do projeto, de junho a outubro, foram disponibilizadas mais de 200 horas de trabalho aos alunos que quiseram participar.
E, além da questão técnica e de formação profissional, todos viveram momentos muito ricos de integração, de trabalho em equipe e de esforço conjunto por um bem comum. Ao final, os alunos participantes ainda obtiveram as horas de atividade complementar que deveriam cumprir. além da experiência em atividades extensionista.
Mais especificamente, um grupo de alunos participou do desenvolvimento do placar eletrônico, com visualização através de LEDs e programável por smarthphones, que inclusive foi apresentado no SEPEI [REF] e muitos alunos participaram ativamente de tarefas da área de Eletroeletrônica, tais como, instalações elétricas, programação de instrumento eletrônico, etc.
Outras ações realizadas vinculadas ao projeto:
SEMINÁRIO,
Apresentação do projeto em eventos de extensão:
SEMINÁRIO,
Produção acadêmica gerada:
Apresentação em Eventos, Trabalhos de Conclusão, Artigo, Periódicos, Jornais e Similares,
Atividades Realizadas:
De modo geral, as atividades realizadas foram as listadas abaixo (vide fotos anexadas ao projeto, que ilustram cada uma das atividades):
Contenção dos alagamentos no pátio da escola
Por meio de espalhamento de brita e areia nas áreas externas e estacionamento. Os alunos cobriram, aproximadamente, 15 metros cúbicos de brita nos pátios e 5 metros cúbicos de areia na quadra de futebol externa. Depois disto, a comunidade escolar relata que não houve mais formação de poças de água, após chuvas, que impediam os alunos de utilizarem as áreas descobertas, e contribuíam para a sujeira, nos pátios internos.
Substituição dos 11 murais da escola
Os antigos murais eram apenas áreas pintadas nas paredes da área central e dos corredores. Ao longo dos anos, o aspecto destes painéis ficou bastante prejudicado, em função das camadas de tinta e fitas adesivas. Os alunos lixaram os antigos murais, removeram as molduras velhas e apodrecidas, confeccionaram painéis de eucatex (adquiridos com a verba do projeto) e parafusaram os mesmos no lugar dos antigos.
Substituição e instalação de novos alarme
O alarme antigo da escola que sinaliza as trocas de aula e intervalos era acionado manualmente, e ficava instalado dentro da cozinha, exigindo que as cozinheiras dessem conta de sinalizar cada horário e intervalo. Os alunos do projeto substituíram o antigo alarme por um novo, automático e instalaram e programaram a central automática de acionamento do novo alarme. Além disto, o antigo alarme foi aproveitado em um ponto da escola mais distante, s 50 metros do local aonde fica o alarme principal e aonde não se escutava o som do alarme novo, fazendo toda a instalação elétrica necessária, para energizar este novo ponto.
Conserto da trava automática
Conserto da trava da porta principal da escola, a qual estava há muito tempo também sendo aberta/fechada manualmente, por falta de manutenção.
Lavagem das paredes dos corredores
A empresa que presta serviços de limpeza para a escola disponibilizou um produto químico que ajuda a limpar a parede e remover manchas e sujeiras. Os alunos se dispuseram a aplicar o produto, o que melhorou sensivelmente o aspecto das paredes da escola que não seriam pintadas.
Instalação do mural da biblioteca
Um mural extra de madeira, que a escola não tinha ainda pendurado na entrada da biblioteca, por falta de ter alguém que pudesse fazer.
Construção e pintura da arquibancada do ginásio
O ginásio da escola não contava com qualquer tipo de assento para as turmas de alunos que estivessem realizando atividades no mesmo. O projeto recebeu a doação de 35 pallets e, com isto, construiu uma arquibancada para até 25 alunos. A arquibancada foi lixada e todos os pregos e parafusos foram devidamente cobertos, para que nenhuma criança sofresse qualquer tipo de acidente. Após isto, o projeto adquiriu chapas de compensado, também lixadas e pintadas, para cobrir os pallets e aumentar o conforto e segurança.
Projeto e montagem do placar eletrônico
O placar foi projetado e montado para ter um mostrador de LED de 13 digitos e ser programável por meio de smarthphone. Este placar foi apresentado como projeto de extensão no SEPEI 2017 e agora será instalado no ginásio da escola.
Pintura da área central e muros
O projeto e a escola adquiriram latas de tinta para revitalizar a área central da escola, aonde estão localizados o refeitório dos alunos, os banheiros e a cozinha, e aonde são realizadas todas as atividades sociais da escola, como apresentações, eventos, reuniões comunitárias, etc. Como pode-se constatar nas fotos, era uma área bastante depredada, e que estava há 11 anos sem pintura. Além desta, a última etapa de execução do projeto será a pintura dos muros externos, que também estão bastante depreciados e que dão um aspecto exterior desfavorável à escola.
Elaboração e aplicação de instrumento de avaliação
Tal como planejado, o projeto foi avaliado entre os próprios alunos participantes e entre a comunidade escolar, por meio de questionários de satisfação.
Fotos do Projeto
Imagens da Escola ANTES do Projeto INTERvenção
Imagens da Escola APÓS o Projeto INTERvenção
Espalhamento de brita
Conserto Porta automática
Instalação das Sirenes automática e auxiliar
Confeccção e Substituição dos murais
Construção e pintura da arquibancada
Resultados Obtidos
Qualitativos
As atividades realizadas falam, por si mesmas, dos resultados obtidos.
As fotos anexas ao projeto mostram o aspecto geral da escola antes e depois do projeto.
A lavagem e pintura da maioria das paredes externas, inclusive de parte do muro da escola trouxeram conforto e agradabilidade.
Era possível notar a satisfação de alunos e professores, à medida que a escola estava sendo renovada visualmente.
Os murais eram muito velhos, com pintura descascada e sua substituição deixou os corredores muito mais limpos visualmente e permitem hoje que as professoras possam redecorá-los adequadamente.
A colocação de brita nos terrenos e estacionamento melhorou absolutamente a limpeza dos pátios internos em dias de chuva, pois os alunos não mais transitam diretamente sobre a lama molhada.
A instalação dos alarmes automáticos liberou as cozinheiras da escola da tarefa de acionar o alarme, que agora toca sem atrasos.
Além disto, o antigo alarme manual não era audível em todos os pontos da escola, o que foi solucionado com a instalação do alarme extra, também acionado automaticamente.
Da mesma forma, o conserto da porta automática que dá acesso à escola liberou a secretária do trabalho de abrir a porta manualmente, o tempo todo, como aumentou a segurança da escola, uma vez que apenas o pessoal interno consegue acionar a porta agora.
Enquanto a arquibancada era construída, tal era a satisfação dos alunos na quadra coberta, que nem esperaram o término da construção e já subiam para utilizá-la.
Foi necessário repintá-la duas vezes, em função das marcas de sapatos, porque os alunos não conseguiam se conter e esperar o final da obra.
Hoje a arquibancada não só está sendo utilizada pelas turmas para sentar e assistir os jogos, como também para prática de exercícios.
O pessoal interno da EBPMDG, incluindo Direção da escola, professores, alunos e pessoal da limpeza, várias vezes procurou para a equipe do projeto para se manifestar sobre como a realização das tarefas rotineiras melhorou significativamente, após a intervenção do projeto.
Quantitativos
Como forma de validar e avaliar o projeto, foram aplicados aleatoriamente dois questionários: um para a comunidade interna da EBPMDG e um para alunos e docentes do IFSC.
O objetivo do primeiro questionário era estimar o impacto na rotina da escola, após as melhorias realizadas pelo projeto.
Já o objetivo do segundo questionário era avaliar a aceitação do projeto de extensão por parte da comunidade do IFSC e qual a significância do mesmo para a formação dos alunos.
Para uma comunidade estimada de 500 indivíduos na EBPMDG, foram distribuídos 38 questionários, por meio de amostragem aleatória simples sem reposição.
O questionário de satisfação da Comunidade Escolar foi composto de preenchimento do nome e mais 10 questões objetivas, acerca do vínculo do indivíduo com a escola, do conhecimento e atuação do mesmo no projeto e dos níveis de satisfação quanto ao projeto e participantes.
Também procurou-se levantar possíveis falhas no projeto, quanto à interferência deste na rotina escolar.
Já para as cinco turmas de alunos e oito docentes do curso de Eng. Elétrica também foi selecionada aleatoriamente uma amostra de 38 questionários, compostos de preenchimento opcional de nome, mais 13 questões objetivas, discorrendo sobre vínculo e conhecimento acerca do projeto Intervenção, além de avaliação da coordenação e da percepção da contribuição do projeto para a formação acadêmica dos alunos.
Os resultados foram muito positivos; muito além do esperado. No primeiro questionário, 87% dos respondentes avaliaram de modo geral o projeto como "Positivo", ou "Muito Positivo".
No segundo questionário, foram 84% dos alunos e professores entrevistados (vide planilha Excel anexa).
Em ambos os questionários, a amostragem aleatória abordou principalmente Alunos, por serem a maior população.
Foram 97% dos respondentes, no questionário do curso de Eng., e 79% no questionário aplicado na escola. Entretanto, 13% dos respondentes da EBPMDG foram docentes e 8%, funcionários efetivos, o que garantiu uma distribuição heterogênea de estratos da população.
Curiosamente, 78% dos respondentes da EBPMDG afirmaram conhecer suficientemente ou bem o projeto, enquanto apenas 58% dos alunos do IFSC afirmaram o mesmo. Isto indica que o projeto tenha que ser mais divulgado dentro do próprio IFSC, o que deve acontecer naturalmente nas próximas edições.
Quanto perguntados sobre as melhorias na rotina da escola, que seriam decorrentes do projeto, um número surpreendente de 97% dos integrantes da EBPMDG afirmaram terem observado melhorias ou grandes melhorias.
Já quando questionados sobre qual a maior melhoria, as opiniões se dividiram bastante, principalmente entre a pintura das paredes (29%), construção das arquibancadas (24%) e colocação da brita (16%).
Este resultado mostra que pequenas obras podem ser muito mais significativas para estas comunidades, do que grandes e sofisticadas ações.
Finalmente, 79% dos respondentes afirmaram que gostariam que o projeto retornasse à EBPMDG, em outras possíveis ocasiões.
Este resultado confirma a expectativa inicial do projeto, sendo, inclusive, um dos objetivos específicos do projeto, de se colocar o IFSC como referência e estabelecer fortes conexões com a comunidade local, aonde está inserido o Campus Itajaí.
Dificuldades Encontradas
A maior dificuldade encontrada, sem dúvida, foi a mobilização dos alunos.
Apesar de termos 56 alunos inscritos, apenas 35 compareceram (62,5%), de fato, pelo menos uma vez nas atividades e apenas 21 alunos participaram ativamente do projeto (37,5%), comparecendo duas ou mais vezes.
Ao serem questionados quanto à motivação para participar do projeto, 32% dos respondentes do IFSC (o que inclui todas as turmas de alunos e professores) afirmaram ter nenhuma ou pouca motivação para participar.
O principal motivo elencado (58%) para a baixa participação foi a falta de tempo e disponibilidade, mas muitos alunos (34%) também citaram a dificuldade de locomoção até a escola. No campo de preenchimento livre de observações/contribuições ao projeto, quatro alunos solicitaram que a coordenação exigisse frequência dos alunos participantes e três alunos pediram que os objetivos do projeto fossem mais voltados à inovação e questões tecnológicas.
Entende-se as dificuldades dos alunos quanto a transporte até a escola, falta de disponibilidade para atividades no contraturno das aulas, período de provas, etc.
Mas o fato é que alguns alunos sentiram-se mais motivados para a participação no projeto, que outros, talvez por entenderem o caráter do projeto, que não era o de pesquisa e inovação, mas sim de cidadania e formação interpessoal e social.
Outra grande dificuldade encontrada foi o problema de saúde da coordenadora do projeto, Profa. Fernanda Argoud, que a afastou de todas as atividades no IFSC do dia 29/09/17 ao dia 02/12/18, por problemas aos seis meses de gestação.
Como este problema de saúde exigia total imobilidade, os bolsistas do projeto assumiram a conclusão de todas as atividades previstas, mas o relatório só pode ser concluído agora, após o término do período de licença e de férias da professora.
A despeito disto, o projeto conseguiu atingir absolutamente quase todas as metas estabelecidas.
Ajustes Realizados Durante a Execução da Ação
Uma das metas estabelecidas para o projeto foi abandonada, a de se tentar controlar a população de pombos na escola, porque a coordenação descobriu que existem severas leis contra qualquer forma de controle de pombos exceto evitar a reprodução destes.
Apesar de já serem considerados uma praga urbana e de transmitirem um número muito grande de patologias, qualquer ação de controle que resulte na morte, danos físicos, sofrimento ou apreensão dos animais pode ser considerada crime passível das penas previstas em lei.
Como ficaria inviável fazer o manejo destes pombos com os recursos de que dispúnhamos, tendo em vista as leis de controle ambiental, esta meta foi abandonada.
Membros da Equipe
Nome Categoria Função Departamento Início Fim
THIAGO PEREIRA ALVES DOCENTE COORDENADOR(A) ADJUNTO(A) CTPESCA-ITA 06/05/2017 05/10/2017
PAULO HENRIQUE SANTOS DA FONSECA DOCENTE COORDENADOR(A) ADJUNTO(A) CMEC-ITJ 06/05/2017 05/10/2017
FERNANDA ISABEL MARQUES ARGOUD DOCENTE COORDENADOR(A) COELETRN-ITA 06/05/2017 05/10/2017
Lista de Arquivos
Resultados tabulados e gráficos dos questionários de avaliação Detalhamento de utilização dos recursos financeiros
Descrição DIREX (Interno) Funpec Outros (Externo) PESSOA FÍSICA R$ 7000.0 R$ 0.0 R$ 0.0
Validação do Departamento
Departamento: COORDENADORIA DO CURSO TÉCNICO DE ELETROELETRÔNICA (CAMPUS ITAJAÍ)
Avaliador(a): Data Análise: Parecer Depto.: NÃO ANALISADO Justificativa: Validação da Proex Data Análise: Avaliador(a): Parecer PROEx: NÃO ANALISADO Justificativa:




































