AULA 13 - Eletricidade Básica - FIC
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CARGA HORÁRIA: 5 h
CARGA HORÁRIA TEÓRICA: 4 h CARGA HORÁRIA PRÁTICA: 1 h
METODOLOGIA
- Exposição dialogada dos conteúdos disponíveis, em projetor multimídia.
- Navegação assistida em outros sites e portais, de conteúdos relacionados.
- Montagens práticas e desenvolvimento em computador de aplicativos.
- Testes de verificação e validação.
Indutância
A auto-indutância ou simplesmente indutância é a capacidade que um condutor possui de induzir tensão em si mesmo, quando a corrente varia.
Genericamente, chamamos de indutor ou bobina (ou solenóide) ao elemento cuja constituição física é um fio condutor elétrico (isolado) enrolado em forma helicoidal sobre um núcleo, o qual pode ser de ar ou algum material ferromagnético (que facilite a passagem do fluxo magnético).
O indutor é um componente elétrico passivo que armazena energia na forma de campo magnético, quando percorrido por uma corrente, normalmente combinando o efeito da variação da corrente elétrica em loops (ou espiras condutoras).
O símbolo da indutância é o L e a sua unidade é o Henry (H).
Vale a pena destacar que a energia armazenada em um indutor, também pode ser descrita em Joules, ou seja, corresponde a quantidade de trabalho necessário para estabelecer o campo magnético no indutor.
Unidade de indutância
Um Henry é a quantidade de indutância que permite uma quantidade de indutância que permite uma indução de 1 V quando a corrente varia na razão de 1 A/ 1s.
A equação para a indutância é:
Onde:
- L : indutância, dada em H;
- VL : tensão induzida através da bobina, V;
- Δi/Δt : a taxa de variação da corrente, dada em A/s.
Como podemos observar o valor da indutância depende do tempo de variação da corrente elétrica.
Simbologia
Os símbolos usados para indutores estão na figura abaixo.
O efeito indutivo
O que acontece com o capacitor quando um material dielétrico é colocado no seu interior ?
Utilização de indutores
Aplicação de Indutores Estes conceitos são aplicados na construção de instrumentos de medidas, em eletros-imã, solenóides, reles, trancas eletrônicas, transformadores, filtros, motores elétricos, etc
Fontes Bibliográficas
COMISSÃO TRIPARTITE PERMANENTE DE NEGOCIAÇÃO DO SETOR ELÉTRICO NO ESTADO DE SÃO PAULO - CPN. Eletricidade Básica - Manual de treinamento curso básico segurança em instalações e serviços com eletricidade - NR 10 . Disponível em: https://portalidea.com.br/cursos/9f2909192195f210d6c6fa89c0894301.pdf
Lemes, Andryos da Silva. APOSTILA DE ELETRICIDADE BÁSICA. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, IFSP - CAMPUS DE PRESIDENTE EPITÁCIO. Disponível em:https://pt.scribd.com/document/280039386/Apostila-Eletricidade-Basica
ROCHA, Helder da. Introdução à Eletrônica para Artistas. Apostila de curso livre. 2017. Disponível em: http://www.argonavis.com.br/cursos/eletronica/IntroducaoEletronicaArtistas.pdf.
SAMBAQUI, ANA BARBARA KNOLSEISEN; TAQUES, BÁRBARA OGLIARI. Apostila de Eletricidade. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - IFSC - CAMPUS JOINVILLE. Joinville, agosto, 2010. Disponível em: http://wiki.itajai.ifsc.edu.br/images/c/c1/Apostila_de_Eletricidade_IFSC_JOINVILE.pdf
Souza, Giovani Batista. ELETRICIDADE. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - IFSC - CAMPUS ARARANGUÁ. Edição: fev, 2009. Disponível em: https://wiki.sj.ifsc.edu.br/images/e/e6/Aru-2009-Agosto-eletricidade_basica.pdf
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